EVENTOS

Sons Antigos a Sul VII Edição

VILA DO BISPO E MONCHIQUE, 10/08/2018 às 17:00

É um projecto anual dirigido pela Academia de Música de Lagos de promoção e divulgação da Música Antiga no Algarve, envolvendo ensembles profissionais nacionais e internacionais, iniciado no Verão de 2012 no Barlavento Algarvio.

 

Conteúdo do Evento

 

O VII SAS está inserido no Programa de Apoio Sustentado às Artes, estrutura financiada pela Direção-Geral das Artes/Ministério da Cultura e conta com o apoio da Direção Regional de Cultura do Algarve (acolhimento), Paróquia de Monchique, Quinta do Barranco Longo e Câmaras Municipais de Vila do Bispo e de Monchique.
PT | O CiVclo de Música Antiga Sons Antigos a Sul [SAS] é um projecto anual dirigido pela Academia de Música de Lagos de promoção e divulgação da Música Antiga no Algarve, envolvendo ensembles profissionais nacionais e internacionais, iniciado no Verão de 2012 no Barlavento Algarvio. O VII SAS 2018 mantém a programação na Ermida de Nossa Senhora da Guadalupe [DRCultalg / Vila do Bispo], todas as Sextas-Feiras de Agosto pelas 17h00, tendo já percorrido nestas VI Edições, diversos espaços patrimoniais de Lagos, Monchique, Portimão e Vila do Bispo. 
Em 2018, a sua programação está focada em dois pontos: a Igreja Matriz de Monchique e a Ermida de N.ª Sr.ª de Guadalupe. 
Para a 7.ª Edição contamos com a presença de quatro conjuntos com programas e sensibilidades musicais muito diferentes. No primeiro fim-de-semana iremos ter o Trio MusiKê, com um programa que abrange composições de Airas Nunes (1230 – 1289), Diego Ortiz (1510 – 1570) ou Benedetto Marcello (1686 – 1739); no segundo fim-de-semana damos lugar à flauta de bisel de Suzana Batoca acompanhada pelo cravo de Sofia Cascalho; nos dias 17 e 18 iremos centrarmo-nos no Iberian Ensemble onde se apresenta uma abordagem de obras dos grandes mestras do barroco italiano, tais como Corelli, D. Scarlatti e Vivaldi, entre outros. Luz, vivacidade, clareza são algumas das principais características bem presentes na escrita para a flauta destes compositores, tendo ainda a importante base harmónica sustentada pela sonoridade da viola da gamba, tiorba e guitarra barroca; para fechar terminamos com um programa intitulado “Trovadoresca”, onde a voz de Joana Godinho e a guitarra de José Farinha trazem ao Festival as cantigas trovadorescas.